Fui prefeito de São João Batista bem jovem e com grande disposição para o trabalho. Era o auge do Porto da Raposa, localizado no meu município, que servia para o escoamento da produção de boa parte dos municípios da região. As gabarras transportavam o gado. As lanchas a população, produtos agrícolas de produção familiar e mais caprinos, suínos, ovinos, sendo o retorno dessas embarcações, responsável pelo abastecimento sortido do comércio local por um leque variadíssimo de mercadorias.
Acontece neste sábado e domingo (18 e 19), em São Luis, a fase final da II Copa Quilombola de Futebol Troféu Negro Cosme, um campeonato envolvendo mais de 360 atletas oriundos de quilombos de 16 municípios maranhenses. O evento esportivo tem o apoio do Governo do Estado através das Secretarias de Igualdade Racial e de Esporte e Lazer e é realizado pelo Instituto Solis, com patrocínio da Cemar, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Continue lendo “Cajari, Olinda Nova e Cajapió chegam às finais da II Copa Quilombola de Futebol, realizada pelo Governo do Estado”
O município de Pinheiro sediou, nos dias 24 e 25/04, no Enzo Parque, o Seminário Regional sobre o Pacto Nacional para Alimentação Saudável, promovido pelo Fórum Maranhense de Segurança Alimentar e Nutricional (FMSAN). O evento reuniu mais de 60 pessoas de 22 municípios da região para articular com a sociedade civil organizada, setor público e entidades, a promoção da alimentação saudável.
Participaram do seminário representantes dos municípios de Cururupu, Maranhãozinho, São Joao Batista, Santa Helena, São Bento, Pinheiro, Mirinzal, Governador Nunes Freire, Bequimão, São Vicente Ferrer, Guimarães, Cajapió, Presidente Sarney, Carutapera, Bacurituba, Pedro do Rosário, Porto Rico, Apicum-Açu, Olinda Nova, Palmeirândia, Matinha, Cândido Mendes e Viana.
O Pacto Nacional para Alimentação Saudável é uma realização do FMSAN em parceria com o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes). O seminário teve como objetivo chamar os munícipios a se engajarem e firmarem compromissos para ampliar as condições de oferta, disponibilidade e consumo de alimentos saudáveis, além de estruturar o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) nos municípios.
Por onde o evento foi realizado, os municípios estão realizando seminários municipais e estão articulando ações de fortalecimento da segurança alimentar e nutricional dos municípios. Na programação dos dois dias de evento foi apresentado aos participantes a operacionalização do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), instituído em 2006 com o objetivo de assegurar o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). Também foi realizada apresentação do Pacto Estadual para alimentação saudável, passo a passo da pactuação, as diretrizes, eixos, desafios e as metas do pacto.
Além de Pinheiro, o Pacto Nacional pela Alimentação Saudável já foi realizado, no mês de março no município de Imperatriz, este mês em Santa Inês e nos dias 08 e 09 de maio será realizado em Caxias. Com a realização dos três seminários, 80 municípios participaram com a participação de mais de 200 representantes do poder público e das entidades da sociedade.
Flávio Braga – Com o objetivo de divulgar o potencial turístico de Viana e da região da Baixada Maranhense, a Rádio e TV Maracu promoveu um aprazível passeio náutico no último dia 13/04, reunindo baixadeiros e amigos da Baixada. Foi a segunda edição dessa aventura fantástica. A primeira ocorreu em 2018. O passeio saiu do parque Dilu Melo em Viana e incluiu paradas na cidade de Cajari e no bar Brisas do Aquiri em Matinha. Em 2020, a emissora promete intensificar essa belíssima agenda turística, com o acréscimo de um roteiro para Penalva.
A Baixada Maranhense foi transformada em Área de Proteção Ambiental (APA) em face da sua importância ecológica, especialmente para as numerosas espécies de aves migratórias, que a utilizam como ponto de descanso, alimentação e reprodução.
Na estação chuvosa, a Baixada se transforma em uma imensa planície alagada e verdejante, que forma o majestoso Pantanal Maranhense, com toda a sua diversidade de fauna e de flora, que a transforma num santuário ecológico de rara beleza. Essa paisagem esplendorosa muda de acordo com a época do ano. Do ponto de vista socioeconômico, é uma região vocacionada ao ecoturismo sustentável.
O rosário de lagos e os campos floridos da Baixada constituem atrativos naturais extraordinários que merecem ser explorados economicamente, tendo em vista o seu imenso potencial de captação turística, que precisa ser encarado como um mecanismo indutor do desenvolvimento sustentável da região, sobretudo pela sua capacidade de gerar trabalho e renda a uma população carente e historicamente desassistida.
A partir do seu ecossistema diversificado e da sua cultura peculiar, a Baixada é naturalmente propensa ao desenvolvimento da indústria do turismo e tem como ofertar uma infinidade de produtos turísticos, como cavalgadas, pesca, trilhas, mergulhos, motociclismo, gastronomia típica, artesanato, folguedos, tradições religiosas, festas folclóricas, danças populares, patrimônio arquitetônico, passeios náuticos,camping etc.
A indústria do turismo se alicerça em três pilares: a infraestrutura dos destinos turísticos (hotéis, bares, restaurantes, transporte e espaços para eventos), a qualidade e criatividade dos serviços oferecidos aos visitantes e uma política de divulgação eficiente. Nesse passo, é imperioso que os gestores municipais da Baixada e os empresários maranhenses sejam sensibilizados e internalizem a ideia da mudança de hábitos e quebra de paradigmas, a fim de superarem o marasmo que norteia a aplicação das mesmas políticas públicas de sempre e das repetitivas oportunidades de negócios.
Já passou da hora de os nossos governantes e empreendedores privados compreenderem que a política de turismo no Maranhão não pode se restringir eternamente aos Lençóis Maranhenses e à Chapada das Mesas. Por fim, registro as minhas homenagens à emissora Radio e TV Maracu por ser uma grande entusiasta do ecoturismo na Baixada Maranhense.
O ex-prefeito de São João Batista, Luiz Figueiredo, enviou um comentário ao Blog do Jailson Mendes sobre a polêmica declaração do deputado Edilázio Junior, sobre a construção, por parte do Governo do Estado, de um terminal na Península, região nobre da capital do Maranhão.
Luiz Figueiredo, ex-prefeito de São João Batista
Segundo ele, o projeto não beneficiará a Baixada Maranhense. “Não tenho nada contra a construção de terminais de embarque na área da Península da Ponta da Areia, porém a justificativa não convence, diminuir a distância e favorecer os moradores da Baixada”, afirmou.
“Primeiro, da Praia Grande à Ponta da Areia a distância é tão pequena que não justifica, segundo a Baixada propriamente dita compreende essa imensidão que vai de Santa Helena a Cajari, portanto esse projeto não irá beneficiar uma das regiões mais bonitas e produtivas do Estado. Esses terminais irão beneficiar Alcântara e o litoral norte, assim como a propalada Ponte de Bequimão não irá trazer quaisquer benefícios aos municípios da baixada,mas também a região do litoral, sendo um projeto de grande alcance que diminuirá bastante a distância entre a baixada e o litoral”, argumentou o ex-gestor do município de São João Batista.
Ainda segundo Luiz Figueiredo, é preciso que o Governo do Estado e as instituições voltem as atenções para outro projeto. “É hora de priorizar o projeto que beneficia diretamente toda a Baixada Maranhense que liga Bacabeira ao Centro da Baixada diminuindo a distancia em mais de 200 km, com econômica de tempo, combustível, passagens e fretes e poupando bastante o tráfego na Na 014. Um projeto de baixo custo, com viabilidade ambiental já aprovada pela SEMA e incluído no Plano Rodoviário do Estado”, continuou.
Por fim, o ex-prefeito disse que este sim beneficiará a nossa região. “Por que não decidir por um projeto mais viável, com um alcance social muito grande, sem qualquer polêmica e que verdadeiramente vai Beneficiar a Baixada. A nossa região precisa ser vista e apoiada pelos políticos porque ali está um dos maiores colégios eleitorais e é difícil um parlamentar que não tenha recebido votos dessa gente boa e generosa que agora precisa viabilizar o seu desenvolvimento. Caminho para integração da Baixada ao futuro pólo de Bacabeira”, finalizou.
As cidades de Penalva, Cajari, Matinha e Viana contabilizaram diversos prejuízos nas últimas 24 horas. A situação é grave e algumas cidades já tem gente desabrigadas, além disso o volume de água que está caindo nestes municípios só aumenta.
A situação também atinge os demais municípios da Baixada Maranhense. Segundo as informações chegadas ao Blog do Jailson Mendes, a pior situação está sendo enfrentada pelos moradores de Cajari, onde as cheias já inundaram casas e tem famílias inteiras desabrigadas, esperando socorro.
Hoje cedo, uma barragem do povoado Roque foi levada pela chuva na cidade de Matinha. Uma ponte foi feita recentemente, mas também ameaça desabar. Em Viana, casas foram inundadas e algumas, como mostram as fotos, foram quase encobertas pelas águas. A maioria delas, ficam próximos aos lagos.
Em Penalva, choveu 87 milímetros nas últimas 48 horas e a Prefeitura Municipal, em comunicado oficial, disse que não houve ainda registro de desabrigados, mas há informações de que casas ribeirinhas foram alagadas. O cais da cidade foi praticamente pro fundo, com efeito ainda das cheias.
“Por causa da intensidade das chuvas, a Prefeitura Municipal de Penalva em conjunto com a Defesa Civil, monitora o volume dos rios que banham a cidade e orientam a população dos riscos e quase 250 crianças já foram vacinadas nos povoados com risco de alagamento. Entre as vacinas estavam às contra hepatite B, febre amarela, DTP”, diz o comunicado.
Vejam as fotos e vídeos enviados ao Blog do Jailson Mendes…
Vejam os vídeos neste link https://www.youtube.com/channel/UC5LOrr46_dA-2O0FZo07cow?view_as=subscriber
Uma polêmica fala do deputado federal Edilazio Júnior sobre a construção de um terminal aquaviário na Península da Ponta D’areia, área nobre de São Luís, está revoltando os moradores da Baixada Maranhense. Na região, o parlamentar teve quase 10 mil e em algumas cidades, ele chegou a ter mais de 1.500 votos.
A obra, do governo do Estado, diminuirá o tempo da travessia entre São Luís e Alcântara. Em seu discurso durante uma assembleia com moradores da Península, Edilazio falou que vários ludovicenses teriam saído de outros bairros para a região em busca da qualidade de vida que passou a existir há pouco tempo. “Hoje vocês tem uma vida própria. Vocês não precisam sair daqui mais pra nada, tem entretenimento para comer bem, beber bem, enfim”, disse. “Eu como morador da Península não queria conviver com essa situação que vocês vão passar a ter aqui”, disse, ao usar o exemplo da sua babá que é de São Bento e que iria ter que ir para a Península para atravessar para a Baixada.
“Se fosse aquilo ali ia ser muito bacana que cada um poderia ter sua lancha, poderia seu barco, seria já algo a mais para agregar à Península da Ponta D’Areia. Mas, o que de fato vai trazer, o público que vai vir pra cá, é um público que não tem nada a ver com vocês, não tem nada a ver com a gente e sem desmerecer, que não entendam mal, mas o que vai vir pra cá é o público C e não adianta falar de turismo, que não tem turista”, questionou sobre a instalação do cais.
Para ele, o cais se tornaria uma alternativa para a Baixada Maranhense, que ao invés de fazer viagens de 1:30 hora a 3 horas, passaria a fazer o mesmo trecho em cerca de 45 minutos. “E o que que vai vir pra cá? Vai vir os carrinhos, vai vir mototáxi”, afirmou aos moradores. Foi essa fala que revoltou os moradores da nossa região e diversas manifestações foram colocadas nas redes sociais, entre elas a do superintendente de Articulação Política do Estado, Luiz Everton.
O ex-vereador disse que foi uma fala infeliz e desnecessária por parte do deputado e que espera que o projeto siga em frente, onde beneficiará também os baixadeiros. Luiz disse que não é aceitável que qualquer região seja objeto de preconceito e que lamenta o posicionamento do deputado. O projeto aprovado pelo governador Flávio Dino para a construção de dois Terminais Portuários ligando São Luís à cidade de Alcântara vai mudar radicalmente o transporte entre as duas regiões. Aguardada há mais de duas décadas, a obra vai garantir o transporte de passageiros e de cargas 24 horas por dia.
Em nota, o deputado tentou se explicar, pediu desculpas se foi mal interpretado e atribuiu os ataques às constantes denúncias que tem feito contra o Governo Flávio Dino. O Blog do Jailson Mendes fez um levantamento de quantos votos o parlamentar teve nas cidades da Baixada Maranhense…
O Maranhão, em geral, e a Baixada Maranhense, em particular, têm experimentado uma precipitação pluviométrica sem precedentes nas últimas décadas. O volume das fortes chuvas acarreta o aumento dos níveis dos rios e lagos, provocando enchentes e inundações nas comunidades ribeirinhas. O rosário de lagos da Baixada transborda, se interliga e se converte em uma vasta extensão de água doce.
Na estação chuvosa anual, a Baixada se transforma em uma imponente planície alagada, que adorna o majestoso Pantanal Maranhense. Em 2019, esse fenômeno tem atingido proporções hiperbólicas.
Para surpresa de ninguém, uma situação insólita se avizinha. Daqui a alguns meses, essa mesma Baixada estará agonizando com o martírio da estiagem, desnudando um paradoxo sinistro, que mutila as regras da lógica e as leis da razão. A falta de água já se tornou uma calamidade pública anual, que submete as comunidades baixadeiras às mesmas privações e ao mesmo suplício durante o período crítico do verão maranhense.
Esse quadro de penúria é uma tragédia previsível e anunciada, mas incapaz de sensibilizar as autoridades que têm o poder de minimizar tamanho sofrimento, as quais fazem ouvido mouco para o grito de socorro ecoado da voz dos baixadeiros.
Causa assombro lembrar que entre os meses de abril e agosto de cada ano a Baixada fica envolta num verdadeiro mar de água doce. Entretanto, na época do abaixamento (entre julho e setembro), essa exuberância de água escoa para o mar e os campos da Baixada se transformam numa paisagem árida, imprópria para qualquer atividade produtiva, como consequência direta da omissão, descaso e negligência do Poder Público.
Conforme já enfatizamos repetidas vezes, as soluções para melhorar as condições de vida do povo que habita a Baixada são baratas, simples e de fácil resolução. Só depende da vontade política dos nossos governantes.
Quem conhece de perto a realidade da Baixada tem a noção exata do quanto são singelas as intervenções necessárias para represar a abundância de água das chuvas e salvar a Baixada do drama da escassez de água anual: açudes e barragens para conter a fuga da água doce dos campos e lagos da Baixada para a Baía de São Marcos. Simples assim.
Com efeito, a retenção da água doce nos campos da Baixada representa a maior riqueza para as atividades de pesca de subsistência, pecuária, piscicultura, agricultura familiar e pequenas criações, como galinhas, patos, porcos, caprinos e ovinos.
Flávio Braga, advogado e presidente de honra do Fórum da Baixada
A nona extração do Bingão ‘Baixada Premiada’ será realizada no próximo dia 14 de abril e terá quase 20 mil reais em prêmios. O bingão está sendo organizado pelo grupo ‘Mega Solidário’.
Na compra de uma cartela, você estará ajudando a Associação Beneficente Resgatando Vidas, que atua em São Vicente Ferrer e outras cidades da Baixada Maranhense e que precisa construir sua sede, mas já atende dependentes químicos e outras pessoas que precisam de ajuda.
E atenção, nesta próxima extração, são quase 20 mil reais em prêmios. A primeira, a segunda e a terceira rodada terá mil real em cada e na quarta, serão sorteados uma moto pop ou 5 mil reais em dinheiro vivo. Na quinta rodada, uma moto broz ou 10 mil reais em espécie.
Os compradores também terão a chance de participar de 10 rodadas da sorte, com 100 reais cada. O sorteio acontece no próximo dia 14, às 14 horas e será transmitido pela rádio mais ouvida da Baixada Maranhense, que é a Maracu AM e pela rádio Santa Helena FM.
A cartela custa apenas 5 reais e está sendo vendida em diversos pontos dos municípios e as demais informações podem ser adquiridas através dos números (98) 985398589 ou 996064135.
Por todo o Maranhão, estamos vendo surgir muitos novos caminhos. Caminhos de oportunidades, oriundos de uma série de iniciativas do Governo do Maranhão e que têm feito renascer a esperança da nossa gente. Esperança na educação, na saúde, nos direitos humanos, na segurança, na infraestrutura e em diversas outras áreas tão essenciais para garantia da qualidade de vida da população.
O maior programa de infraestrutura viária da história de nosso estado está sendo executada em nosso Governo. É o Mais Asfalto, por meio do qual já construímos e recuperamos mais de 3 mil quilômetros de pavimentação em ruas, avenidas e estradas por todo o Maranhão. Definimos um planejamento coerente e efetivo de execução de obras, que alcançou as principais rodovias do Estado, devolvendo as condições adequadas de trafegabilidade. São milhares de veículos e pessoas que tiveram seus caminhos encurtados, as condições de acesso para turistas foram melhoradas e, em especial, o transporte de mercadorias registra ganhos que impactam nos custos de produtos, beneficiando a economia local.
Entregamos estradas fundamentais para a logística estadual, como a Estrada do Arroz, beneficiando a Região Tocantina, e a rodovia entre Pedro do Rosário e Zé Doca, atendendo à Baixada Maranhense e à região da BR-316. Este ano, já entregamos a primeira ecorrodovia maranhense, a MA-315, que liga Barreirinhas a Paulino Neves, na Região dos Lençóis, encurtando caminhos até os estados do Piauí e Ceará, e a MA-110, entre São Bernardo e Luzilândia, no Baixo Parnaíba. E acabam de ser concluídas a MA-307, entre Presidente Médici e Centro do Guilherme e a Estrada do Peixe, entre Matinha e Itans.
Também viabilizamos a chegada do Mais Asfalto na porta de muitos maranhenses, em diversos locais, pela primeira vez. Mais que pavimentação, levamos condições básicas de saneamento, saúde e bem-estar para a população. Como Estado e pelo bem do povo, decidimos trabalhar de mãos dadas com as Prefeituras, que sozinhas, nesse momento econômico tão difícil que enfrentamos, não conseguiriam fazer tanto quanto fizemos juntos. Fizemos com todos, sem distinção de partidos políticos ou ideologias, porque fazemos pensando nas pessoas.
E o trabalho continua. Agora, em meio ao período rigoroso de chuvas, além das frentes de pavimentação, também em apoio aos municípios, empenhamos esforços na recuperação emergencial de ruas e estradas atingidas, para garantir o tráfego com segurança nesses locais.
Desde o início de nossa gestão no Governo do Estado, já destinamos mais de R$ 1,5 bilhão para construção e recuperação de trechos importantes de ruas e estradas, em todas as regiões do Maranhão. E seguiremos com os investimentos em infraestrutura. Com planejamento e aplicação consciente do dinheiro público, continuaremos construindo as rotas de desenvolvimento de um novo Maranhão, melhor para todos.
Moradores enviaram fotos da situação da estrada entre os municípios de Cajapió e Bacurituba. O trecho faz parte da MA-310, de responsabilidade do Governo do Estado.
A rodovia está asfaltada entre São Bento e Bacurituba, mas entre o município e Cajapió nunca foi asfaltada, o que está sendo objetivo de pedidos por parte dos moradores e lideranças das duas cidades.
Segundo as informações, são apenas 17 quilômetros entre os municípios. O blog entrou em contato com o superintendente de Articulação Política do Governo do Estado, Luiz Everton, que informou que o Governo do Estado estuda o asfaltamento.
Luiz Everton disse ainda que o próprio governador Flávio Dino já solicitou um estudo para a recuperação da MA-310 e que aguarda mais informações para poder passar aos moradores.
O blog vai enviar as fotos aos secretários de Infraestrutura, Clayton Noleto; e ao chefe de Gabinete do Estado, Marcelo Tavares.
A Prefeitura de Viana recebeu mais de 6 milhões do Governo Federal só nos últimos 29 dias. Os repasses são referentes ao mês de março e estão disponíveis no site de acompanhamento do Banco do Brasil.
A cidade, administrada pelo prefeito Magrado Barros, é uma das maiores da Baixada Maranhense e nos últimos meses vem recebendo uma enxurrada de denúncias por parte da população com relação a falta de pagamentos e infraestrutura.
Dos municípios que o Blog do Jailson Mendes cobre, São Bento e Penalva chegam perto do montante. Elas receberam entre 4 e 5 milhões cada uma e são administradas pelos prefeitos Luizinho Barros e Ronildo Campos.
Em comparação com o mês passado, as cidades de São Vicente, Matinha, São João Batista, Olinda, Vitória do Mearim e Cajapió tiveram perdas nas receitas.
O cantor de São João Batista, Marcos Messias, lançou seu mais novo trabalho, intitulado de ‘Magnífica’, que destaca a cerveja feita no Maranhão, a partir da mandioca.
A letra da composição falou sobre a nova tendência nos bares do Maranhão, destacando a Baixada. “De norte a sul do estado do Maranhão, de leste a oeste da Baixada Maranhense, quando o cliente senta na mesa de bar e o garçom lhe pergunta humildemente: o que é que o senhor vai tomar? Não precisa perguntar é Magnífica…é ma é ma magnifica, caiu na boca do povo e eu vou beber de novo, é magnifica”, diz.
A Magnífica é um cerveja saborosa, leve e refrescante, que foi criada para prestigiar as raízes do estado do Maranhão e brindar o orgulho de quem é nascido e criado na região. A marca tem como princípio fomentar o desenvolvimento da economia local do Maranhão com um modelo que desenvolve a cadeia produtiva, promove engajamento social e garante investimento local.
A cerveja será feita a partir da mandioca plantada e colhida na região de Tabuleiro de São Bernardo, no Maranhão. O ingrediente típico da região está presente na cerveja que será produzida e distribuída exclusivamente no estado.
Em artigo, o advogado Abdon Marinho sugeriu que o acordo entre Brasil e Estados Unidos sobre a base de Alcântara pode ser uma oportunidade de melhoramento entre a Baixada Maranhense e Bacabeira, diminuindo o tempo e possibilitando melhorias na economia da região.
Para ele, o acordo é uma chance de mudar a realidade econômica do Maranhão, especialmente de Alcântara. “Criado em 1983, ou seja, há quase quarenta anos, o Centro de Lançamentos de Alcântara – CLA, não representou melhoras (talvez o contrário) na vida dos alcantarenses. O município, um dos mais antigos do estado, com quase quatrocentos anos, amarga indicadores econômicos e sociais baixos –como em todo Maranhão”, comentou.
O advogado disse que “a exploração comercial do CLA, não apenas pelos Estados Unidos, mas também por outros países, da Europa ou mesmo da Ásia, poderá mudar essa realidade e transformar economicamente não apenas Alcântara –que sobrevive graças aos repasses externos recebidos, que representam 96,1% de sua receita, segundo o IBGE –, o seu entorno, mas a economia de todo o Maranhão”.
Para ele, “inicialmente, para que haja viabilidade desta exploração comercial, será necessário melhorar a infraestrutura de transporte para fazer chegar peças, equipamentos, satélites e mesmo pessoas ao CLA” e citou os investimentos que poderiam vim a melhorar a Baixada Maranhense.
“Isso implica numa ampliação do próprio centro de lançamento, do Aeroporto Cunha Machado, do Porto do Itaqui, e da infraestrutura viária, com uma nova ponte ligando o Município de Bacabeira a Cajapió ou São João Batista (já que não parece viável financeira mente uma ponte marítima pela Baia de São Marcos) e a construção e/ou ampliação, com melhoria, das rodovias, ligando estes municípios ao Município de Alcântara, onde está localizado o CLA”.
Esse é um projeto antigo defendido pelo ex-prefeito Luiz Figueiredo, que já foi discutido em vários encontros e apresentado para vários deputados e governadores. Infelizmente, até agora, não foi implantado e nem destinado recursos. O artigo completo do advogado Abdon Marinho pode ser acessado AQUI.
Diariamente o Blog do Jailson Mendes recebe fotos, vídeos e informações de estradas vicinais de praticamente todos os municípios da Baixada Maranhense, principalmente dos que cobrimos durante a semana.
Moradores reclamam das situações de estradas que dão acessos aos povoados, que, com as chuvas, estão praticamente intransitáveis, desafiando as administrações de prefeitos e seus secretários de Obras e Infraestruturas.
Nas cidades de Penalva, São Bento, Viana, Matinha, São João Batista, Olinda, Cajapió, São Vicente Ferrer, Vitória do Mearim e outras, o problema tem se repetido diariamente e a população reclama, com razão, pois o que temos visto é a inércia de alguns gestores quanto à isso.
Alguns municípios já declararam situação de emergência, como a prefeita de Matinha, Linielda de Eldo. A situação, cabe ressaltar, não é de agora. Há vários anos o problema persiste e tem desafiado todos os prefeitos da Baixada Maranhense.
Diante desse quadro, faz-se necessário ações mais sólidas, capaz de amenizar a situação de moradores, estudantes e produtores que usam diariamente as estradas vicinais desses povoados. É preciso que as estradas vicinais não recebam atenção somente no inverno. O problema precisa ser combatido no verão.
O Governo do Maranhão, por intermédio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), tem reforçado o trabalho de recuperação e manutenção da MA-014 na Baixada Maranhense, depois das intensas chuvas e o transbordamento de riachos e açudes, rompendo bueiros e deixando alguns pontos com dificuldade de tráfego na rodovia.
O subsecretário de Estado de Infraestrutura, Adenilson Pontes, acompanhado de equipe técnica da Sinfra e representantes da empresa responsável pela manutenção e recuperação das rodovias na regional de Pinheiro percorreram, nesta quinta-feira (21) os trechos atingidos pelas chuvas e açudes que ficam às margens da MA-014.
O objetivo é fazer os ajustes necessários no plano emergencial de recuperação das MA’s para garantir a trafegabilidade na região. “Nesta semana, a regional de Pinheiro ganhou reforços no atendimento de trechos urbanos da MA-014, que atualmente recebe quatro frentes de serviços que vão desde o perímetro urbano de Viana, entre Santa Helena e Nunes Freire; Pinheiro e Cururupu; e entre São Vicente de Ferrer até Cajapió”, frisou Adenilson Pontes. Ele acrescentou que, no início da próxima semana, deve ser iniciada a quinta frente de serviço no trecho da MA-014 entre o povoado Santeiro e São Vicente de Férrer.
As equipes técnicas da Sinfra percorreram a rodovia passando pelo povoado Jaqueira, entre Santeiro e Viana, povoado Xulanga a Matinha, entre o povoado Olinda Nova e Nova Roma, e, ainda, os municípios de Cajapió e São Bento. Carlos Sousa, 59 anos, mora nessa região, trabalha com piscicultura e disse que o volume de chuvas esse ano foi o maior já visto pela comunidade.”Eu nunca tinha visto uma situação como essa. É a primeira vez que o inverno foi tão rigoroso a ponto de ter interrompido a estrada. Os serviços de manutenção sempre aconteceram, mas as chuvas desse ano foram muito intensas”, disse.
A Prefeitura de Viana recebeu mais de 7 milhões só nos últimos 28 dias. Os repasses são referentes ao mês de fevereiro e estão disponíveis no site de acompanhamento do Banco do Brasil.
A cidade, administrada pelo prefeito Magrado Barros, é uma das maiores da Baixada Maranhense e nos últimos meses vem recebendo uma enxurrada de denúncias por parte do Ministério Público contra a gestão de Magrado, além de manifestações da população.
Dos municípios que o Blog do Jailson Mendes cobre, São Bento e Penalva chegam perto do montante. Elas receberam 6 milhões cada uma e são administradas pelos prefeitos Luizinho Barros e Ronildo Campos.
Em comparação com o mês passado, as cidades de São Vicente, Matinha, São João Batista, Olinda, Vitória do Mearim e Cajapió tiveram perdas nas receitas.
Segue em ritmo intenso a movimentação de foliões nos Terminais de Ponta da Espera e Cujupe. Somente nessa sexta-feira (1º), mais de 11 mil passageiros e cerca de 1.500 veículos fizeram a travessia rumo à região da Baixada Maranhense.
Aqueles que se anteciparam e garantiram suas passagens embarcaram de forma rápida e tranquila. Já para quem não conseguiu se programar com antecedência, foram disponibilizadas viagens adicionais, observando a capacidade das embarcações.
Para a pedagoga Luciclea Garcia, o embarque rumo ao Carnaval de Pinheiro foi sem espera. “Vim achando que seria uma loucura, mas como estava com a passagem em mãos, foi tudo muito tranquilo”, disse.
O grupo de amigas Liana Lorena, Letícia Pereira e Susan Fonseca, que decidiu de última hora passar o Carnaval em Pinheiro, aguardou na fila. “Apesar da espera, o importante é que vamos viajar. Deu pra lanchar, ir ao banheiro e aproveitar a área de vivência do terminal”.
Para Lucivaldo Pereira, a ida para o Carnaval de Pinheiro já é uma tradição. Acompanhado de amigos e familiares, ele explicou que o fluxo foi normal. “Realmente eu já sabia que teria que aguardar na fila, mas o bom é que a espera está bem organizada, diferente de anos atrás, quando não se percebia essa gestão”, frisou.
Apesar do clima ser de folia e para a grande maioria dos passageiros a viagem já ser parte da festa, a recomendação dos responsáveis pelo serviço de ferry boat é de que apenas pessoas com passagem dirijam-se aos terminais.
Uma portaria publicada pelo governo Jair Bolsonaro em janeiro transferiu todas as funções das colônias de pescadores e sindicatos para as Prefeituras do Maranhão.
A medida foi bastante criticada por órgãos ligados aos pescadores e centrais sindicais e atinge diretamente grandes líderes de colônias e sindicatos, principalmente na Baixada Maranhense.
A Medida Provisória 871 estabelece que a partir de 2020, o cadastro dos sindicalizados terá que ser feito exclusivamente nos Executivos, por meio das Secretarias municipais de Pesca e Agricultura e não mais nas colônias ou sindicatos.
Desse modo, as Prefeituras serão as responsáveis em emitir declarações aos conveniados para que estes deem entrada na aposentadoria e ao Seguro-Defeso junto ao INSS.
“Art. 38-A. O Ministério da Economia manterá sistema de cadastro dos segurados especiais no Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS, observado o disposto nos § 4º e § 5º do art. 17, e poderá firmar acordo de cooperação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e com outros órgãos da administração pública federal, estadual, distrital e municipal para a manutenção e a gestão do sistema de cadastro.
Art. 38-B § 1º A partir de 1º de janeiro de 2020, a comprovação da condição e do exercício da atividade rural do segurado especial ocorrerá exclusivamente pelas informações constantes do cadastro a que se refere o art. 38-A.” Com informações do Neto Ferreira.
O deputado César Pires (PV) cobrou solução para a precária situação das rodovias estaduais do Maranhão ao enfatizar, na tribuna da Assembleia Legislativa, que os parlamentares estaduais estão mais preocupados em cobrar a recuperação das estradas federais. “A reclamação aqui é constante com relação às BRs, mas não devemos esquecer que nossa obrigação é fiscalizar o estado das MAs e defender a segurança dos maranhenses que circulam perigosamente por essas vias”, enfatizou ele.
“Não ouvi reclamações das MAs, que estão tão precárias quanto as BRs. Parece que só trafegamos por BR, quando direcionamos nossas cobranças ao presidente Bolsonaro e ao do ministro do Transporte. Sobre a situação das nossas rodovias, há no plenário um silêncio franciscano como se estivéssemos num mosteiro”, ironizou o deputado.
César Pires citou como exemplos a MA-201 (estrada de Ribamar), a MA-026, em Vargem Grande, e as rodovias que levam à Baixada, passando pelos municípios de São Bento, Cajapió e São Vicente de Ferrer. “São estradas em péssimas condições. Nós podemos silenciar, como deputados estaduais, ou a nós compete fazermos os trabalhos dos deputados federais, tratando só das BRs?”, questionou ele.
O deputado ressaltou que todos os demais parlamentares estaduais, que costumam viajar de carro pelas várias regiões do Maranhão, sabem que há muitas rodovias estaduais tão precárias quanto as BRs. “Sofremos prejuízos com nossos carros e toda a população tem a sua segurança ameaçada ao trafegar por essas estradas. Então, como deputados estaduais, não podemos silenciar diante da nossa responsabilidade de lutar pela recuperação das MAs”, ressaltou César Pires.
Ele concluiu lembrando que foi um dos primeiros a cobrar a duplicação da BR-135, e que se recusou a participar da inauguração às pressas “de uma obra mal feita”, referindo-se à entrega do primeiro trecho da duplicação da rodovia que dá acesso a São Luís. “Essa situação merece nossas críticas e reivindicações, mas sem ficarmos míopes com relação às MAs. Devemos unir esforços, pois vivemos no mesmo Maranhão e trafegamos nas mesmas estradas”, finalizou.
O grito de carnaval dos Baixadeiros deste ano de 2019 será no dia 16 de fevereiro (sábado), na Associação dos Magistrados (Calhau), a partir das 15:00 horas. O Abadá está sendo comercializado ao preço de R$ 15,00 (Quinze Reais).
A festa vai ser constituída por um numeroso grupo de conterrâneos da Baixada Maranhense que residem em São Luís e que passam o período momesco em seus municípios de origem. São foliões naturais de Pinheiro, Peri-Mirim, São Bento, Bequimão, Matinha, Viana, Anajatuba, Cajari, São João Batista etc.
O objetivo dos organizadores é fazer um carnaval tradicional , com marchinhas que marcaram época e também homenagear a Baixada Maranhense, congregando e promovendo um espaço de animação para os maranhenses oriundos dessa região do Estado e também difundir a cultura, os costumes, as belezas naturais e os valores da mesma.
O acesso a associação é mediante ao uso do abadá do carnaval e doação de 1 kg de alimento não perecível. Os abadás podem ser adquiridos pelo fone e whatsapp 9-8114-2052 ou no local do evento. Ascom
O líder juvenil e presidente do Grêmio Estudantil do Centro de Ensino ‘Cidade de Arari’, Raul Victor, mostrou força e conseguiu viabilizar equipamentos para a escola onde ele estuda.
Na semana passada, ele esteve reunido na sede da Secretaria de Estado da Educação com o titular da pasta, Felipe Camarão, e conseguiu viabilizar equipamentos para a unidade de ensino.
O líder estudantil estava acompanhado do prefeito do município, Djalma Melo, e viabilizou uma quadra poliesportiva e novas carteiras para a instituição de ensino da Rede Pública Estadual de Arari.
Mostrando preocupação com a classe, Raul Victor preside um dos mais atuantes grêmios da Baixada Maranhense, fortalecendo a classe dos estudantes na região.
“Temos mostrado força e atuação em defesa dos nossos estudantes e, na visita que fizemos, o secretário Felipe Camarão garantiu que as obras iniciarão já nos próximos meses. É esse o nosso compromisso”, disse.
Nesta quarta-feira, 06, por volta das 22 horas, a Polícia Militar fez uma barreira na MA-014, entre os municípios de Matinha e Olinda Nova do Maranhão. A ação resultou na apreensão de uma vasta mercadoria suspeita de contrabando.
Na operação, foi abordado uma van, de placa PSM-9642, de cor cinza, conduzida por Antônio José Menezes Pereira, acompanhado por, Alexsandro das Neves Santos e Rafael Nunes Fernandes. No interior do veículo foram encontrados 130 caixas de cigarro.
Na mesma ação, foi abordada uma caminhonete Frontier, branca com a placa PTG-3947, conduzida por Irandir Almeida Queiroz, que deslocava junto com a van.
Após averiguação na carroceria da mesma foi constatado que haviam oito (8 )fardos de fumo, de 10 kg cada, uma (1) caixa de de alho com 10 kg, três (3) dúzias de sombrinha,(10)dez kg de sacola, e (01)uma caixa de lanterna.
Segundo informações da polícia militar, há suspeitas que a mercadoria seja de contrabando. Todos que estavam nos veículos foram conduzidos para a Delegacia Regional de Viana para as providências cabíveis. As informações são da TV Maracu.
Um grupo com 49 passageiros ficou abandonado na BR-153 após o ônibus clandestino no qual viajavam quebrar na estrada, em Goiatuba, no sul do estado de Goiás. Ao longo do trajeto, eles tiveram que pagar pela manutenção e até combustível do veículo. Agora, sem dinheiro, muitos relatam que estão até passando fome.
O veículo saiu do Maranhão com destino a São Paulo, sendo que a maioria dos passageiros são das cidades da Baixada Maranhense, especificamente de Olinda Nova do Maranhão e São Vicente Ferrer. O ônibus foi apresentando problemas mecânicos ao longo do caminho, mas estragou totalmente na segunda-feira (14), quando passava por Goiatuba.
O para-choques estava quebrado e os bancos estavam danificados. Quatro pneus furaram ao longo do trajeto e o motor não funciona mais. A lavradora Ângela Silva estava levando o filho para fazer uma cirurgia que estava sendo esperada há três anos. “Acabou tendo essa tragédia toda e estamos sem dinheiro para comprar comida. Não sei mais o que fazer”, disse.
O motorista do ônibus disse que estava desempregado e receberia R$ 600 para dirigir parte do trajeto. “Eu não sabia a situação do ônibus, que ele estava irregular. Me falaram que teria um outro motorista, que ia dirigir só uma parte, mas vim sozinho até aqui. E não tenho nenhum centavo”, disse Webert Serra Gomes.
Segundo o que o Blog do Jailson Mendes colheu, pelo menos 10 dez pessoas são de Olinda Nova, sendo a maioria da região do Bairro Novo e Iraque e que o veículo pertenceria à empresa Gordo Turismo. Desde que o veículo parou na estrada, os passageiros estão passando dificuldades, dormindo dentro do veículo a espera de uma solução. “O dono do ônibus joga a responsabilidade para o agenciador de passagem, que joga para o dono do bar. Se a gente tirar o ônibus, eles não vão ter onde dormir, vão ficar ao relento”, disse o policial rodoviário Roberto Mattos.
Ontem, os passageiros foram colocados em outro ônibus, regularizado, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, e conseguiram seguir viagem. O custo do transporte será repassado ao dono do veículo clandestino. Com informações do G1.
Uma ideia pioneira no Maranhão. É o que propõe o Centro de Formação do MIQCB direcionado à capacitação das quebradeiras de coco babaçu. A criação do Centro é uma iniciativa do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) por meio do projeto Floresta de Babaçu em Pé, que conta com recursos do Fundo Babaçu e apoio do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
O evento vai ocorrer nos dia 17 e 18 de janeiro. O Centro de Formação visa capacitar um total de 150 pessoas, entre mulheres de jovens. Durante os dois dias, quebradeiras de coco babaçu (do Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins) estarão reunidas para a construção do plano político-pedagógico do Centro de Formação.
O objetivo é fortalecer ainda mais a formação política das quebradeiras de coco babaçu na luta pelo acesso livre ao território e preservação das florestas de babaçuais e ampliar e consolidar a cadeia de produtos derivados do coco babaçu.
Entre os cursos modulares que serão direcionados: Consultoria para elaboração de um Plano de negócio e Sustentabilidade do Centro, Formação de Liderança, todos direcionados ao uso sustentável da biodiversidade nos babaçuais, fortalecer o acesso de comunidades tradicionais das quebradeiras de coco babaçu a seus direitos e políticas, regularização e manutenção de seus territórios.
Quebradeiras de coco babaçu
O babaçu, predominante no Maranhão é muito usado na indústria de limpeza, cosmética e outras. São cerca de 350 mil quebradeiras de coco no país. Elas estão concentradas, cerca de 80%, nos quatro estados de atuação do MIQCB (MA,PA,PI e TO). O acesso livre ao território é uma das principais luta das quebradeiras de coco babaçu.
O maior desafio é enfrentar a violência física e psicológica. Cerca de seis lideranças quebradeiras de coco babaçu estão ameaçadas somente no Maranhão de acordo com dados da CPT. A monocultura e o agronegócio são as principais ameaças. Dados da Cartografia Social da Amazônia, projeto desenvolvido pelas Universidades Federal do MA, PA e PI, indicam que as florestas de babaçu aumentaram de 18 milhões de hectares para 25 milhões nesses quatro estados.
A cultura da quebra do coco babaçu ainda resiste. A relação de bem viver que mantém com o ambiente, preservando principalmente as palmeiras de babaçu as caracterizam como guardiãs das florestas. Do babaçu tudo se aproveita, são retirados mais de 65 produtos: azeite, sabonete, artesanato, farinha de mesocarpo entre outros. Portal Guará.
Moradores de diversas cidades da Baixada Maranhense começaram a se preocupar com as péssimas condições das estradas vicinais, que pioram com as chuvas que já estão chegando com mais frequência na região.
A situação é a mesma de vários anos, impossibilitando o trânsito e o escoamento de produtos, além de impedir a passagem de veículos escolares. A situação é complicado nas cidades de São João Batista, São Vicente, Matinha e Penalva.
Leitores do Blog do Jailson Mendes constantemente enviam fotos e vídeos da situação das estradas vicinais e é o mesmo problema denunciado nos anos anteriores nesta página, sem a preocupação dos gestores públicos.
A situação é preocupante no povoado Jacaré, município de Penalva. Fotos enviadas mostram a precariedade da estrada e o prefeito Ronildo Campos disse ao blog que tem um convênio com o Governo do Estado no valor de 1,5 milhões, mas que até agora só foram repassados 10% desse valor e a chuva está impedindo a continuação dos serviços.
O problema é o mesmo enfrentado por moradores dos povoados Beirada, Quiá, Bom Jesus e Raposa, na cidade de São João Batista. Lama e barro impedem os habitantes da zona rural de circular com frequência e a situação só piora.
O governador Flávio Dino divulgou as principais metas do seu segundo mandato, com a previsão de quarenta grandes obras em todo o Estado. Com relação a Baixada Maranhense, uma das regiões mais próximas da capital e com um potencial muito grande para fortalecer a economia do estado, tomo a liberdade de sugerir dois grandes projetos que beneficiarão diretamente toda a população que ali vive: – a construção dos diques da baixada e a estrada ligando o município de Bacabeira ‘a região, com uma redução de 200 km e consequentemente diminuição do tempo de viagem, do preço das passagens, fretes e uma grande economia de combustível, além da integração da Baixada ao Polo de Bacabeira.
Luiz Figueiredo
Muito se tem falado e debatido sobre a Baixada Maranhense nos últimos anos, tudo girando em torno de projetos que possam contribuir para o seu desenvolvimento, melhorando a qualidade de vida da população que aqui vive. A Baixada não é problema, é solução, com incentivos para empresas produtivas, capazes de gerar emprego e renda, fazendo com que a região volte a ser o que foi , até o meados do século XX, o grande celeiro abastecedor da capital maranhense.
Isto depende exclusivamente de decisão política, já que os nossos governantes não tem tido a capacidade ou o interesse de implementar políticas públicas com a finalidade de atingir a médio prazo esses objetivos. As características naturais da região são propícias a implantação de várias atividades econômicas que transformariam as empresas ali instaladas em alavancas desse processo de mudança. Temos uma excelente localização em relação a cidade de São Luís, temos terras férteis e de preços atrativos, infraestrutura rodoviária, elétrica e de transportes totalmente implantadas, contamos com o serviço dos ferry-bouts e com vários outros pontos de embarque e desembarque, portanto com possibilidade de acesso a qualquer cidade litorânea.
No Equador, país sulamericano, existe uma região chamada Guaaquyl, com as mesmas características da nossa baixada, até a área territorial é bem aproximada, bastante desenvolvida e com uma produção industrial muito grande, portanto o que precisamos é de investimento, e decisão de governo. Só com a construção dos diques teremos uma solução definitiva para recuperação dos campos naturais com um potencial capaz de beneficiar pobres e ricos, porque ali se desenvolve a agropecuária, uma quantidade incalculável de peixes, a caça, e o represamento da água essencial para todos, e inclusive para a irrigação, evitando também a salinização dos campos.
Os chamados diques da produção é uma solução paliativa, localizada, que não contribui para a preservação do ecossistema e da biodiversidade características da região. Destaco a atuação do Fórum em Defesa da Baixada, formado por líderes e técnicos profundos conhecedores dos problemas que afligem a Baixada e todos clamam por uma solução rápida. Cito o do Dr Flávio Braga idealizador e apoiador desse grande movimento, que persiste com objetivo de conseguir viabilizar projetos e recursos para esse fim.
Eu particularmente também venho procurando dar a minha colaboração com dois projetos fundamentais para completar a implantação da infraestrutura básica; a construção dos diques e a ligação rodo-fluvial via Bacabeira. O projeto dos diques vem se arrastando há mais de trinta anos. Passado todo esse tempo,em dezembro de 2006, levei técnicos do governo para visitar” in loco” as áreas mais afetadas pela estiagem e a partir daí foram retomados os trabalhos de elaboração de novo projeto no Governo Jackson Lago.
O grupo inicialmente foi formado por Reginaldo Teles, Leo Costa, Manoel Bordalo, e eu, com o apoio de Neiva Moreira e Luiz Raimundo Azevedo, Júlio Noronha e outros. Já se vão mais doze anos de muita luta, e o governo parece inerte, insensível.Mas não desistiremos! Além dos projetos acima referidos, ainda temos sugestões para um grande programa de desenvolvimento integrado capaz de transformar a nossa Baixada Maranhense na terra berço que tanto sonhamos…
O prefeito de Viana, Magrado Barros, exonerou todos os funcionários contratos e comissionados sem pagar. Porém, de acordo com o levantamento feito pelo Blog do Jailson Mendes, só em dezembro, o Governo Federal repassou quase 8 milhões para os cofres públicos administrados pelo gestor.
Na mesma situação, está o prefeito de São Bento, Luizinho Barros, que só este mês recebeu mais de 6 milhões. Mesmo assim, em recente acordo com o Ministério Público, o gestor disse que só pagará os meses de novembro e dezembro no ano que vem, se o Governo Federal enviar uma complementação.
Na lista dos municípios que mais receberam, onde o blog faz cobertura, vem Penalva. Para a cidade administrada por Ronildo Campos, foram mais de 6 milhões e meio. O blog informa que, nestes valores, não estão descontados os pagamentos de precatórios e demais encargos.
Quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2016 ficou concentrado em apenas 66 dos 5.570 municípios do país. Isso significa que apenas 1,2% das cidades, que representavam 1/3 da população, responderam por cerca de 50% de toda a economia brasileira naquele ano. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2016, o PIB recuou 3,3%, segundos dados revisados e divulgados pelo IBGE no mês passado. Em valores correntes, ele chegou a R$ 6,266 trilhões naquele ano, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407. Dentre os 571 municípios com os menores PIBs per capita (todos acima da posição 5.000 no ranking), 496 estão no Nordeste, 44 no Norte e 31 no Sudeste. As regiões Sul e Centro-Oeste não têm nenhum município neste grupo.
O IBGE destacou que apenas dois destes municípios, entre os 571, não tiveram a administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social como principal atividade econômica. São eles: Barra do Corda e Paço do Lumiar, ambos no Maranhão. Das 10 cidades com menor per capita, 6 são do Maranhão.
Entre as cidades com menor PIB do Brasil estão duas da Baixada Maranhense: Penalva e Cajapió. O município de Penalva é a terceira cidade do país com menor Produto Interno Bruto. Veja abaixo a lista das cidades com menor PIB por habitante em 2016:
Novo Triunfo (BA): R$ 3.190
Nina Rodrigues (MA): R$ 4.282
Ipixuna (AM): R$ 4.533
Penalva (MA): R$ 4.530
Pires Ferreira (CE): R$ 4.585
Santana do Maranhão (MA): R$ 4.586
Cajapió (MA): R$ 4.689
Satubinha (MA): R$ 4.766
Matões do Norte (MA): R$ 4.803
Paulínia (SP) é onde o PIB per capita é maior: R$ 314. 637,69 em 2016. O município possui relevância nacional na indústria de refino de petróleo. Esse valor é mais de dez vezes maior que o PIB per capita geral para o brasileiro naquele ano, que ficou em R$ 30.407, segundo o IBGE.
Na segunda posição está Selvíria (MS), com R$ 306.138,63 por morador, graças à geração de energia hidrelétrica. Na sequência vêm São Francisco do Conde (BA), com R$ 296.459,35, também influenciado pelo refino de petróleo, e Triunfo (RS), com PIB per capita de R$ 289.932,05, em razão de sua indústria petroquímica. Veja a lista de cidades com maior PIB per capita em 2016:
Paulínia (SP): R$ 314,6 mil
Selvíria (MS): R$ 306,1 mil
São Francisco do Conde (BA): R$ 296,4 mil
Triunfo (RS): R$ 289,9 mil
Brejo Alegre (SP): R$ 274,6 mil
Sebastianópolis do Sul (SP): R$ 253,1 mil
Louveira (SP): R$ 250,8 mil
Campos de Júlio (MT): R$ 202,3 mil
Meridiano (SP): R$ 184,6 mil
Extrema (MG): R$ 183,2 mil
O PIB per capita de um município é a divisão da riqueza total da cidade pela sua quantidade de habitantes. Ele mede quanto, do total produzido, “cabe” a cada morador do município se todos tivessem partes iguais. É um indicador de bem-estar. Cidades e países com o PIB per capita maior tendem a ter qualidade de vida mais alta e mais acesso aos serviços públicos.
Folha de SJB
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