Dois acidentes registrados nesta terça-feira (21) mobilizaram equipes de resgate e chamaram a atenção para os riscos no trânsito da Baixada Maranhense. As ocorrências aconteceram nos municípios de Arari e Cajari, deixando cinco pessoas feridas e um cavalo morto.

O primeiro acidente foi registrado durante a manhã, em frente ao Hospital Municipal de Arari, onde duas motocicletas colidiram, deixando quatro pessoas feridas. Segundo informações de testemunhas, uma motocicleta modelo Biz, conduzida por uma mulher que transportava a filha, tentou realizar um retorno proibido nas proximidades de uma casa lotérica, momento em que foi atingida por outra motocicleta que trafegava pela avenida.
Na segunda motocicleta estavam dois jovens, que sofreram ferimentos graves. Com a força do impacto, um deles foi arremessado para o outro lado da via, enquanto o outro caiu próximo ao meio-fio e teria apresentado convulsões, conforme relatos de pessoas que presenciaram o acidente.
A condutora da Biz sofreu um ferimento na cabeça e a filha teve uma grave lesão em uma das pernas. Funcionários do Hospital Municipal e moradores prestaram os primeiros socorros e auxiliaram no atendimento às vítimas. Os dois jovens, devido à gravidade dos ferimentos, foram transferidos para um hospital em São Luís. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde dos envolvidos.

Cajari
Ainda na terça-feira (21), outro acidente foi registrado na MA-317, principal via de acesso ao município de Cajari. Um homem que seguia montado a cavalo foi atingido por uma caminhonete. Com a violência da colisão, tanto o cavaleiro quanto o animal foram arremessados para fora da pista. O cavalo morreu no local.
A vítima foi socorrida e encaminhada para um hospital no município de Viana, onde permanece internada. Até a última atualização, não havia informações sobre seu estado de saúde.
Moradores da região afirmam que o trecho da MA-317 registra constante excesso de velocidade e cobram das autoridades medidas para aumentar a segurança viária. A rodovia corta áreas habitadas e possui diversos pontos de embarque e desembarque de estudantes, aumentando o risco de acidentes envolvendo pedestres, ciclistas e condutores.


