Dois casos envolvendo crianças mobilizaram as forças de segurança na Baixada Maranhense no último sábado (28). Em Porto Rico, uma criança de 3 anos ficou ferida após um incêndio criminoso em uma residência, enquanto em Peri-Mirim, um menino de 2 anos morreu vítima de afogamento no quintal de casa. As ocorrências geraram comoção nas comunidades e estão sendo acompanhadas pelas autoridades.

No município de Porto Rico, o caso foi registrado por volta das 16h, no povoado Betel. De acordo com informações da Polícia Militar, a guarnição foi acionada após relatos de um incêndio criminoso que teria atingido uma residência e deixado uma criança ferida. A vítima, de 3 anos, sofreu queimaduras de segundo grau nos membros inferiores e foi encaminhada para atendimento médico, sendo posteriormente transferida para a Santa Casa de Cururupu.
Segundo relatos de moradores e da mãe da criança, havia um desentendimento desde as primeiras horas do dia entre ela e uma outra mulher, considerada suspeita. Ainda conforme as informações, a suspeita teria ido até a residência da vítima e ateado fogo no imóvel, provocando o incêndio que atingiu a criança.
A Polícia Militar realizou buscas na tentativa de localizar a suspeita, mas até o momento ela não foi encontrada. A família foi orientada a registrar a ocorrência na delegacia para que o caso seja formalmente investigado e as medidas legais sejam adotadas.

Peri Mirim
Já no município de Peri-Mirim, a tragédia foi registrada na manhã do mesmo dia, por volta das 10h23, no povoado Canaranas. A vítima foi identificada como Heitor Miguel Lopes Pereira, de 2 anos.
De acordo com informações repassadas à Polícia Militar, a criança foi encontrada por familiares em um buraco com água no quintal da residência, já em estado de flutuação. O menino foi socorrido imediatamente e levado ao Hospital Municipal de Peri-Mirim, mas, segundo a médica plantonista, já chegou à unidade sem sinais vitais.
Ainda conforme avaliação médica, não foram constatados sinais de violência no corpo da criança, sendo a causa da morte apontada como afogamento. A guarnição policial foi acionada após informações de um princípio de tumulto no hospital, provocado pelo desespero dos familiares. No local, os policiais prestaram apoio e adotaram os procedimentos necessários.



