No fim da tarde desta segunda-feira (16), a Polícia Civil do Maranhão cumpriu um mandado de prisão temporária contra um homem investigado por participação no assassinato do servidor administrativo da Delegacia de Polícia de Matinha, Domingos Macal Ferreira, conhecido como “Romário”. O crime ocorreu na tarde do dia 4 de março deste ano.

De acordo com as autoridades, diante do cerco policial montado pelas forças de segurança, o investigado decidiu se apresentar, acompanhado de advogados, na sede da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), em São Luís. No local, foi dado cumprimento à ordem judicial. Segundo o delegado titular de Matinha, Weverton Valois, o suspeito é apontado pelas investigações como um dos responsáveis por efetuar os disparos de arma de fogo que atingiram a vítima.
Ainda conforme o delegado, o homicídio teria sido motivado pelo exercício da função desempenhada por Romário na delegacia do município. As investigações apontam que oito pessoas participaram diretamente do crime. Desse total, cinco já foram presas, uma morreu em confronto com forças de segurança, outra cometeu suicídio e uma permanece foragida.
Após os procedimentos legais, o suspeito preso nesta segunda-feira foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça. O homicídio aconteceu no dia 4 de março de 2026, por volta das 17h, quando Domingos Macal Ferreira foi morto a tiros em Matinha, na região da Baixada Maranhense. Conforme as investigações, o crime teria sido motivado em razão da atuação da vítima como servidor administrativo da delegacia local.
Após o registro do caso, equipes policiais iniciaram uma série de diligências que resultaram na identificação dos principais envolvidos e na elucidação da dinâmica da ação criminosa.
Operação Romário
A chamada Operação Romário é coordenada pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Matinha, com apoio da 6ª Delegacia Regional de Viana, da Polícia Militar do Maranhão e de unidades especializadas, como Força Tática, Batalhão de Operações Especiais (BOPE), Companhia de Operações de Sobrevivência em Área Rural (COSAR), Grupo de Pronto Emprego (GPE), Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI) e Centro Tático Aéreo (CTA).
Segundo as autoridades, as diligências continuam na região com o objetivo de esclarecer completamente o crime e localizar o último suspeito que ainda se encontra foragido. A operação segue em andamento e não tem prazo para ser encerrada.


