Esta terça-feira, dia 25, é marcada por emoção e saudade para a família Barros. A data celebra o centenário de nascimento de Matias Barros, que, se estivesse vivo, completaria 100 anos. O patriarca faleceu em 2017, aos 91 anos, mas deixou um legado que permanece vivo entre filhos, netos e bisnetos.

Descrito pela família como exemplo de força e superação, Matias Barros teve uma trajetória marcada por desafios desde a infância. Após ficar com deficiência ainda criança, precisava se deslocar para a escola montado em um carneiro, enfrentando as limitações com coragem e determinação.
Ao longo da vida, construiu uma história de trabalho, conquistas e respeito. Mesmo sendo considerado semianalfabeto, era reconhecido pela postura refinada, comportamento polido e sabedoria nas palavras. “Brincávamos que ele era o ‘barão de São Domingos’”, recordam os familiares, em referência ao povoado onde nasceu e ao seu jeito elegante à mesa, sempre evitando palavrões e prezando pela boa convivência.
Negociante habilidoso e contador de histórias, Matias encantava a todos com relatos que, até hoje, geram dúvidas se eram memórias reais ou fruto de sua imaginação fértil. Tinha memória admirável: não utilizava agenda e sabia de cor o número de telefone de todos os filhos, fazendo questão de manter contato frequente.

Entre os episódios que marcaram sua trajetória, a família relembra uma frase que simboliza sua resiliência. Após enfrentar a perda de um filho, afirmou que, se conseguiu suportar aquela dor, poderia enfrentar qualquer desafio.
Em São João Batista, onde era bastante conhecido, também ficou marcada sua alegria em celebrar a vida. Apaixonado por festas, transformava a famosa “garagem” da família em palco de encontros animados e inesquecíveis, reunindo amigos e parentes para comemorar, especialmente seus aniversários.
Nesta data simbólica, os familiares expressam gratidão a Deus pelos anos de convivência com saúde, lucidez e vivacidade. “Viva Matias Barros e sua bela história”, declaram, reafirmando que o exemplo de homem honesto, trabalhador e festeiro seguirá presente nas próximas gerações.




é uma pena ver a casa deles sendo deteriorada pelo tempo,e os filhos sem poder fazer nada. coitados eles não tem grana.
como é que Willame Barros quer arrumar São João Batista se nem a casa deles ele arruma. ele arruma a dele!!!!!