Nesta quarta-feira (21), a professora Raquel dos Anjos usou a tribuna livre da Câmara de Vereadores para denunciar a falta de educação especial na cidade de São João Batista. Ela é mãe de uma criança de oito anos com paralisia cerebral e disse que a escola nunca chamou sua filha para estudar.

A mãe da criança atípica disse que fez todos os procedimentos legais que requer a matrícula na Rede Pública Municipal, com laudos médicos, relatórios pedagógicos e esperou que a escola a chamasse para conversar sobre as necessidades especiais que seriam oferecidas para sua filha. No entanto, até hoje a criança não foi chamada para iniciar as aulas.
“Isso não é apenas uma falha administrativa. Isso é uma violação de direitos humanos, é capacitismo institucionalizado. E por isso eu faço um apelo, pois espero uma resposta não só pela minha filha, mas por todas as demais que estão na mesma situação aqui em São João Batista”, disse. A mãe relatou que, até agora, não recebeu nenhuma justificativa oficial da Secretaria Municipal, e que o silêncio institucional se soma à exclusão vivida por sua filha.
Como professora, Raquel foi além e fez uma acusação séria: “A educação especial em São João Batista é uma farsa. Apenas matriculam os alunos e os colocam em salas de aula comuns, sem nenhum tipo de inclusão, sem estrutura, sem profissionais capacitados, sem planejamento pedagógico específico.” Ela afirmou ainda que, mesmo atuando na rede pública, não conhece nenhum profissional responsável pela pasta da educação especial — “nem como mãe, nem como profissional”, emendou.
A educadora citou a Constituição Federal e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, que garantem o direito à educação inclusiva com os apoios necessários e que a escola precisa se adequar e chamar a família para discutir as necessidades do aluno. “O que está acontecendo em São João Batista não é só um descaso, é um crime contra a dignidade de uma criança e de sua família. Uma omissão que grita. Que machuca. Que revolta”, completou.
A psicóloga, neuropsicopedagoga e especialista em Educação Especial e Inclusiva Daniele Dominici, que é natural da mesma cidade, explicou que a Semed precisa ter uma equipe multiprofissional para receber esse aluno, realizar uma anamnese junto com os responsáveis, elaborar um Plano Educacional Individual (PEI), adaptar a escola com materiais adaptados, professores com habilitações para manejar e ensinar e, como a criança necessita de cuidados de higiene, a escola precisa ter um ambiente limpo e seguro para ela.
Outro lado
O blog entrou em contato com a secretária de Educação da cidade, Fernanda Barros, que disse que ela estava ciente da situação e que aguarda a criança até hoje ser levada para a escola. A titular da Semed disse ainda que não é dever da pasta buscar os estudantes em casa e que, após a chegada da aluna com necessidades especiais na escola, disponibilizará um tutor para acompanhá-la.
Fernanda disse ainda que já está trabalhando para a cidade tenha uma escola de educação especial e que, inclusive, já tem um prédio onde irá atender os alunos com alguma necessidade especial.
Vejam o vídeo abaixo da fala da professora na Câmara Municipal. Não consegue visualizar o vídeo? Clique AQUI e veja o discurso completo.


eita são joão batista de peia
FERNANDA PARECE NÃO ENTENDER NEM DIREITO AO CERTO. CRIAR UMA ESCOLA PARA COLOCAR SÓ PESSOAS ESPECIAIS DIFICULTA AINDA MAIS E VAI CONTRA A IDEIA QUE OS ESPECIALIOSTA TEM SOBRE INCLUSÃO
SECRETÁRIA, INCLUSÃO É OUTRA COISA, NÃO É RESTRINGIR
não é só esse caso tem vários outros casos de crianças especiais fora de aula por conta que não tem escolas em condições de receber a msm.
tem um professor que passa por esse msm problema só que e do lado do prefeito fica caladinho e leva sua filha pra são Vicente
voces votaram nele denovo vao ficar e na taca e ele ficando rico as custa da prefeitura kkkkkkkkkk
essa secretaria chegou falando que iria ser diferente e é pior do que os anteriores
mal informada será que ela não sabe que se ela fizer um sala só pra crianças especiais ela vai fazer com que eles se sintam excluídos
Lamentável, melhor que ela ficasse calada! Mas, não poderíamos esperar outra coisa diante de tantas “promessas “, “prazos” previstos de resolução dos problemas e nada cumprido. Os repasses previdenciários, ela falou que resolvia em abril, não cumpriu, o os livros nem se fala, cada dia uma mentira diferente, merenda escolar não existe!!
A boca dela é demandas demandas demandas demandas demandas kkkkkkkkkkkkkk
berra papai culpado e vocês que votaram agora guenta 4 anos não tem um vereador pra bater de frente com prefeito e não pode fala nada .tão se preculpando e com festa da cidade kkk eu gosto e assim na chibata 2028 elegem de novo votaram por que quiseram tem gente aí que não pode nem cobra nada
com todo respeito com.a senhora por que tenho sublinho especial. quero ver e um vereador aí pra defender essa bandeira aí não tem hum tudo mandado .outra não pode cobra maior culpado quem elegeu tem gente aí que não pode cobra nada 4 anos na chibata tão preculpado e fazer e reunião pra festa da cidade e o povo se lascando
vergonha e muita vergonha pra todos os lados