Baixada na trilha do desenvolvimento

Robson Paz

Por décadas, a Baixada Maranhense sofreu com a ausência de políticas públicas estruturantes capazes de desenvolver o potencial da região e do seu povo. São mais de 16 mil quilômetros quadrados, parte constituída por lagos, campos e rios, que formam uma das mais belas paisagens do Estado. Apesar da generosidade da natureza, inexplicavelmente a região é uma das mais pobres do Maranhão. Em meio século, as áreas da saúde, educação e produção foram abandonadas pelo poder público.

Os baixadeiros peregrinavam em busca de atendimento à saúde. Num passado não distante, eram comuns cenas de pessoas carregando seus enfermos em redes até as escassas unidades de saúde. O analfabetismo foi outra chaga a atrasar a região. O homem do campo, por falta de estudos e assistência viu seus filhos viajarem para outras plagas em busca de emprego e renda. Muitos para os garimpos do Pará, canaviais de Minas Gerais e de São Paulo, aumentando as estatísticas dos milhares de maranhenses que deixaram o Estado, nas últimas décadas.

Investimentos em saúde, educação, produção e infraestrutura da região viraram lendas contadas a cada eleição. Hospital regional, universidades, ensino profissionalizante, diques, ponte sobre rio Pericumã…A população já estava desesperançada. Há um ano e meio, esta realidade começou a mudar. A Baixada Maranhense vive um de seus melhores momentos no que diz respeito a investimentos do governo estadual.

O hospital projetado pelo ex-governador Jackson Lago foi concluído, equipado e entregue. Hoje, realiza mais de mil atendimentos por mês em média e alta complexidade. Escolas foram reconstruídas; a região ganhará dois Institutos Estaduais de Ciência e Tecnologia (IEMAs) e dois Núcleos de Educação Integral. São Bento ganhou pólo da Uema. Os municípios receberam novos professores e policiais aprovados em concurso público. Mais direitos, dignidade e respeito aos cidadãos com a ampliação do Procon, o programa Bolsa Escola (Mais Bolsa Família) e o Plano Mais IDH.

A ameaça de salinização dos campos naturais, que prejudica as atividades pesqueira, agrícola e pecuária, a cada período de seca, se transforma em esperança com o programa Diques da Baixada, lançado pelo governador Flávio Dino. Serão construídos diques (barragens) e canais, para a preservação das águas nos campos. Ambiente e incentivo para produzir. Projetos simples, mas de grande alcance social como foi construção do canal no igarapé do Troitá, em Anajatuba, que beneficia milhares de famílias. Outro projeto exitoso de pscicultura está no povoado Itans, em Matinha. São iniciativas inspiradoras. O ‘Diques de Produção’ vai selecionar projetos para construção de canais e barragens nas comunidades da Baixada. Combina a preservação dos campos com a produção.

Em paralelo, o governo investe na infraestrutura da região para escoamento da produção com a construção da estrada Matinha/Itans. A rodovia que liga Pedro Rosário a Cocalinho, na BR-135, e a lendária ponte Central Bequimão. São projetos estruturantes e complementares, que colocam a Baixada na trilha do desenvolvimento com inclusão social.

ROBSON PAZ, radialista, jornalista e subsecretário de Comunicação Social e Assuntos Políticos

Uma resposta para “Baixada na trilha do desenvolvimento”

  1. Muita coiza pode ter mudado mauis nao pra sao joao batista porquer ater hoje o povo da zona rural sao carregado em redes ate a unidade de saude porquer as estrada vicinais ate cavalo sao dificio pra anda nuto menos carrro o povo do campo sao povo quer mais sifre os politico nada fazem coroata agora nesse perildo. O povo anda apes 22 quilometro ate a unidade de saude e o pode publico que faz nada ater uma istrada pra melhora o asseso custo fazer o populacao ser reuner e cortam o caminhi na inchada pra poder passa hoje mesmo tavam cortando o csminho na inchada pra noto passa corta 22quilometro na incha nao e facio mais fazemos isso porque ser for ispera por prefetura morremos de anda apes maqunario tem mais nao fazem quando fazer passa dois messes o inverno chega comessa sofrimeto novamete porquer nao mandao fazer a istrada logo porquer ja pode fazee mais sabem ir pedir voto agora nao vao o tempo quer e ruim nao sabem sofrimeto do povo do nosso campo malhada alta coroata evanco perapendiba beira da baixa madeira tezuzinho o povo sofrido o pode publico nada faz

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