Carreta contra hanseníase estará em São Vicente Ferrer no dia 14 de junho

Dezenas de municípios maranhenses já foram beneficiados com a Carreta Ponto Final na Hanseníase, que teve início no mês de abril e vai até a primeira quinzena de julho. O atendimento móvel aos municípios é uma solicitação da Secretaria de Estado da Saúde (SES) ao Ministério da Saúde (MS), que possui convênio com o laboratório Novartis, fornecedor do medicamento para o tratamento da doença. No primeiro roteiro, feito entre fevereiro e abril deste ano, foram realizados 4.160 atendimentos, sendo diagnosticados 110 novos casos da doença e 68 suspeitas, que serão submetidas a confirmação.

A carreta já realizou 1.851 atendimentos, descobriu 41 casos de hanseníase e encaminhou 88 suspeitas para confirmação posterior. Os números retratam o trabalho da carreta nos municípios de Paraibano, Lagoa do Mato, Fortuna, São José dos Basílios, Tuntum, Dom Pedro, Governador Archer, Santo Antônio dos Lopes, Capinzal do Norte, Pedreiras, Trizidela do Vale, Lago da Pedra, Esperantinópolis, Lima Campos, Timbiras, Coroatá, Caxias e Afonso Cunha. A carreta, também, esteve em São João do Sóter, Matões e Parnarama.

As atividades do mês de junho já foram iniciadas, passando pela cidade de Timon, entre os dias 1º e 2. Hoje (6), a carreta passa por Paulo Ramos. Nos próximos dias, os atendimentos ocorrerão em Lago Verde (dia 7), Cajari (dia 9), São Vicente de Férrer (dia 14), São Bento (dia 15), Palmeirândia (dia 16), Pinheiro (dia 27 e 28) e Serrano do Maranhão (dia 29). Em julho, a carreta atenderá em Presidente Sarney (dia 1º), Peri Mirim (dia 4), Guimarães (dia 5), Bequimão (dia 6), Alcântara (dias 7 e 8) e São Luís (dias 11 a 15).

A hanseníase ataca principalmente a pele e os nervos, podendo afetar os braços, as pernas, as mãos e os pés. Se não for tratada, pode causar incapacidades ou deformidades nas mãos, pés, nariz, orelhas ou nos olhos. A doença pode atingir homens e mulheres, adultos e crianças. É transmitida de uma pessoa para outra por meio do contato próximo e prolongado. Pessoas com hanseníase param de transmitir a doença imediatamente depois que iniciam o tratamento. No caso de suspeita da doença, o paciente deve procurar uma unidade de saúde mais próxima. O tratamento é gratuito e está disponível em todas as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Folha de SJB

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