Um dos suspeitos de participação no assassinato do servidor da Delegacia de Polícia Civil de Matinha, Domingos Macal Ferreira, conhecido como “Romário”, morreu durante um confronto com a Polícia Militar na manhã deste sábado (4), no município de Matinha, na Baixada Maranhense.

De acordo com informações confirmadas pela Polícia Militar ao Blog do Jailson Mendes, a ação ocorreu por volta das 11h40, na Rua Leocádio Costa, no bairro Cajueiro. As equipes realizavam diligências para localizar os investigados quando encontraram dois suspeitos. Durante a abordagem, houve troca de tiros e um deles, identificado apenas pelo apelido de “TH”, foi baleado e morreu ainda no local.
O segundo suspeito conseguiu fugir e continua sendo procurado pelas forças de segurança, que seguem realizando buscas na região. Até o momento, a Polícia Militar não informou se armas ou outros materiais foram apreendidos durante a operação. O delegado que comandou a operação divulgou um vídeo comentando o assunto. Vejam abaixo desta matéria.

Relembre o caso
Domingos Macal Ferreira, conhecido como “Romário”, foi morto a tiros no fim da tarde do dia 4 de março deste ano, na estrada de acesso ao povoado Meia Légua, zona rural de Matinha. Servidor da Delegacia de Polícia Civil do município, ele retornava do trabalho para casa quando foi surpreendido pelos criminosos.
Ao chegar ao local, a Polícia Militar encontrou a vítima já sem vida sobre sua motocicleta. O servidor apresentava ferimentos provocados por disparos de arma de fogo na lateral direita do tórax, no braço esquerdo e na face. Durante a perícia inicial, foram recolhidos seis estojos de munição calibre 9 milímetros, encaminhados para análise da Polícia Civil.
Desde o crime, as forças de segurança intensificaram as investigações e identificaram dois suspeitos de participação no homicídio. Equipes da Polícia Militar, com apoio do serviço de inteligência, passaram a realizar incursões na região para localizar os investigados.
Na época, o comandante da Polícia Militar de Viana, major Alexandre, afirmou que o assassinato de um servidor da Polícia Civil representava uma grave afronta ao Estado e que o caso era tratado como prioridade. “Estamos com equipes em campo realizando diligências e levantamentos para localizar os suspeitos. Esse tipo de crime é considerado uma afronta ao Estado, e estamos empenhados para dar uma resposta à sociedade”, declarou.
Com a morte de um dos investigados durante a operação deste sábado, a Polícia Civil dará continuidade às investigações para localizar o segundo suspeito e esclarecer todos os detalhes do homicídio que vitimou o servidor público.



