Projeto ‘Ler, escrever e pensar’ termina com premiações para alunos de Cajapió

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Nesta quarta-feira, 05, o Ministério Público e a Prefeitura Municipal premiaram os ganhadores do projeto “Ler, escrever e pensar: conscientizar para transformar” na cidade de Cajapió, na Baixada Maranhão. O projeto tem por objetivo estimular a leitura e produção textual de estudantes da rede pública acerca da corrupção no Brasil e foi realizado em escolas da Rede Municipal de Ensino.

O evento de encerramento contou com a participação do prefeito da cidade, Dr. Marcone; da idealizadora do projeto, promotora de justiça Maria José Lopes Corrêa; da promotora Alessandra Darub, que foi transferida para São Mateus; do secretário de educação, Mosart Soares; de professores, coordenadores e alunos.

Durante a programação, alunos Maria Eduarda Rocha Viera, Davi Texeira de Andrade e Cielly, da escola Denizard Almeida, do povoado Boa Esperança, foram as escolhidas na Rede Pública de Ensino. Segundo o secretário de educação, Mosart Soares, este é o primeiro ano que o projeto é realizado e serve para chamar a atenção de alunos sobre ética e combate à corrupção, opinião também compartilhada pelo gestor do município, Dr. Marcone.

Para a autora do projeto, promotora de justiça Maria José Lopes Corrêa, esta é uma forma de o Ministério Público instigar o espírito crítico do estudante e conscientizar para que ele seja o protagonista da mudança que deseja para o país, incentivando a vivência cotidiana de atos de honestidade como forma de alcançar governos probos e governantes honestos para o Brasil. “Nenhuma transformação se fará efetiva sem que provenha da alteração de conduta de cada cidadão. Povo honesto não produz governo corrupto”, ressaltou a promotora Maria José.

PROJETO

Realizada em diversos municípios do Maranhão, a campanha promove um concurso de redação entre os alunos da rede pública de ensino a respeito do tema, tendo como referência uma obra literária. As escolas participantes selecionam a melhor redação de cada série (9º ano do ensino fundamental e 1º, 2º e 3º do ensino médio), que são avaliadas pela Academia Imperatrizense de Letras, que elege as melhores redações entre as pré-selecionadas.

Este ano, o livro escolhido foi: “Ética e Vergonha na Cara”, de Mário Sérgio Cortella e Clóvis de Barros Filho. Também fica a critério das escolas realizar atividades além da produção textual para estimular a criatividade e a discussão da temática. Ao final do projeto são escolhidos seis ganhadores em cada município: três do 9ª ano do Ensino Fundamental e três do Ensino Médio. Os prêmios são um notebook, um tablet e um smartphone para o primeiro, segundo e terceiro lugar de cada categoria, respectivamente.

Folha de SJB

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