Em vídeo, prefeita de Vitória do Mearim culpa vereadores pela não aprovação de projetos

A prefeita da cidade de Vitória do Mearim, Dídima Coelho, gravou um vídeo ontem e culpou os vereadores pela não aprovação de vários projetos de interesse da população. Segundo a gestora, os projetos foram enviados pelo Poder Executivo desde o ano passado e estão parados na Câmara de Vereadores.

Prefeita Dídima Coelho

Um deles é que libera a entrega de cestas básicas para a população mais carentes, que beneficiaria 4 mil famílias. Segundo Dídima, a não aprovação dos projetos está prejudicando o povo de Vitória do Mearim. “Os projetos deveriam aprovar até o dia 31 do mês de dezembro”, disse.

“Pessoal, estou aqui para ter uma conversa franca com toda a população vitoriense. Todos precisam estar cientes do que está acontecendo. Como gestora desta cidade estou trabalhando bravamente em prol de melhorias para todos, e vamos lutar muito mais para levar nossos projetos adiante”, comentou a gestora.

Dídima disse ainda que aguardam aprovação quatro projetos, como o Plano Diretor Municipal, PL sobre zoneamento de uso e ocupação do solo, Orçamento de 2020 e o PL de complementação alimentar, que trata sobre as cestas básicas. “Infelizmente os vereadores preferiram ignorar o projeto e prejudicar o novo povo. Eles sabiam que a lei eleitoral proíbe a entrega de cestas se tiver uma lei vigente desde o ano anterior à eleição. Considero uma maldade dos vereadores”, finalizou.

Outro lado

O Blog do Jailson Mendes entrou em contato com o presidente do Poder Legislativo de Vitória do Mearim. George Maciel disse que alguns projetos já foram aprovados como o que trata sobre o zoneamento. Segundo o vereador, já foi votado e aprovado.

Sobre o projeto que trata da distribuição das cestas básicas, Plano Diretor e o Orçamento de 2020 serão votados e aprovados na próxima sexta-feira, quando terá uma sessão extraordinária. Ele informou que haverá algumas emendas nos dois projetos.

Dois dos projetos tiveram que voltar para o Poder Legislativo por que, na visão dos parlamentares, estavam com erros.

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