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Municípios de Matinha e Buriti participam de capacitação na área de Educação em Vigilância Sanitária

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Professores do ensino fundamental, coordenadores pedagógicos e coordenadores da vigilância sanitária dos municípios de Buriti e Matinha participam nesta terça (5) e quarta-feira (6) da capacitação 2018 do projeto Educanvisa – Educação em Vigilância Sanitária, realizado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), no Praia Mar Hotel.

O objetivo central do projeto é promover a saúde e a prevenção de doenças, alertando sobre os riscos e os danos associados ao uso inadequado de produtos sujeitos ao controle sanitário. “É uma parceria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária com as vigilâncias estaduais e municipais, que trabalha a formação cidadã das crianças no ambiente escolar. Capacitamos os professores e eles abordam as temáticas com base no cotidiano das crianças e famílias”, explicou o superintendente de Vigilância Sanitária da SES, Edmilson Diniz.

A ação de cooperação entre as secretarias de Saúde e Educação trabalha como temáticas: a vigilância sanitária, medicamentos e uso racional, alimentação saudável, agrotóxicos e influência da propaganda no consumo de alimentos e de medicamentos.

“Levamos a saúde para dentro da educação, trabalhando as temáticas com uma perspectiva educacional, informativa e de orientação. As crianças aprendem rápido e disseminam esse conteúdo para a família, amiguinhos, para o bairro. Isso ajuda as pessoas a entenderem como se trabalha a vigilância sanitária, dentro de ideia de promoção de saúde e não só de fiscalização”, afirmou Karla Cristina Guimarães Campos, coordenadora do Núcleo de Educação e comunicação da Vigilância Sanitária.

Para o professor de Língua Portuguesa de Buriti, Francisco Barroso, o projeto dá oportunidade de formar uma nova geração de pessoas conscientes e engajadas com a promoção do bem-estar. “Nós professores precisamos trabalhar essas questões com nossos alunos, porque eles serão o futuro. É primordial que eles aprendam, até porque não mais fáceis de lidar do que adultos. As crianças são mais fáceis de levar essas ideias à frente”, disse.

Folha de SJB

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