Publicidade

Helcio Silva fala sobre o Porto da Raposa de São João Batista

| 4 Comentários

Antes de iniciar esse arrazoado, fui ao quintal ver meu pé de boldo que me serve de chazinho quando meu fígado fica irritado com a política dos maus. Ah!… Também vou de camomila para controlar a revolta dos nervos quando leem as notícias sobre violência… Não sabiam? Os meus nervos fazem leitura: aprenderam a ler na velha carta de ABC…

Vez por outra – e algumas vezes assim é – , quando a camomila se torna ineficiente; aí, Ouço Deus! É aquela velha mania de só buscarmos Deus nas dificuldades maiores, quando deveria ser “buscar Deus sempre”. Na última vez que conversei com o amigo Pedro Gomes, estudioso ambientalista e pesquisador das coisas políticas do Maranhão, falamos demoradamente sobre os municípios da baixada maranhense.

A conversa foi na casa do Pedro. Fizemos uma trilha de Viana a São Bento… A conversa parecia caminhada de índio de pé no chão, sentindo a terra e o cheiro do vento! Viana, Penalva, Matinha, Olinda, São João Batista, São Vicente, Cajapió e São bento entraram na nossa língua… Fizemos, realmente, uma longa caminhada de índio…

E o Porto da Raposa não deixou de entrar na conversa… E ainda falamos muito da dinheirama que chega para os municípios da baixada… Deixei o Pedro e as suas pesquisas! Caminhei de volta para casa, lembrando dos tempos bons da Ilha de Upaon-Açu, quando cá estive, em outra existência, como índio guerreiro da praia do jenipapeiro; de onde vi de longe a chegada das tropas de Daniel e de Charles des Vaux, que pensaram fundar aqui um território francês.

Porém, hoje, estou em outros tempos! Cheguei ao Planalto do Anil II, onde moro… Vontade de ler! Abro meus arquivos de leitura e revejo “Esperança e abandono em São João Batista”, artigo do amigo Luiz Figueiredo, publicado aqui no meu blog no dia 20 de fevereiro deste ano (2018). E Luiz começa assim: “Há algum tempo escrevi um artigo intitulado “São João Batista, terra da esperança”, mas infelizmente hoje já não tenho a mesma convicção e o mesmo otimismo em relação ao progresso e desenvolvimento econômico e social desta terra de tantos filhos ilustres, muitos ocupando cargos importantes na administração pública e empresarial”.

Faz um tempão que ando de visita a São João Batista (Há mais de 30 anos!…) – Um tempinho que não vou lá / hora dessas, chego por lá – A nossa curiosidade é uma diligência permanente pela busca… Tirando “falar mal da vida alheia”, curiosidade é uma ciência: sem curiosidade não existiria a alavanca da pesquisa. Pois estou curioso! Quero ler “São João Batista, terra da esperança”, do mesmo escritor Luiz Fgueiredo… Ele citou, porém, não mandou o artigo. Desejo ler! Sou um aguçado pela pesquisa: cavo fundo!

Às vezes sou assaltado por muitas informações e até cobrado para publicar… Vejam, por exemplo: Os últimos prefeitos de São João Batista nada fizeram pelo município…Ué! Não fizeram? Querem ver uma pequena lista de “notáveis” que pouco – ou nada – fizeram pela cidade? Pois “taqui” , logo abaixo: Zequinha Soares (por mais de uma vez eleito), Tonho Figueiredo, Eduardo Dominici (filho do João: atual prefeito), Amarildo, Junior de Fabrício… Ufia!… Ainda tem mais?

Agora tem o João!… Vamos aguardar! Uma obra importante e esquecida pelos governantes de São João é o Porto da Raposa.  Totalmente abandonado!… Nem a estrada foi asfaltada… Ainda vou escrever sobre o Porto da Raposa…E até vou afirmar, hoje, que São João é a terra que tem porto e não tem; porque abandonado é como se não tivesse. Reproduzo aqui no blog, hoje, nesta segunda-feira, para melhor entendimento futuro, uma notícia sobre um debate na Assembleia Legislativa do Maranhão a respeito do Porto da Raposa.

O debate ocorreu em setembro de 2015. Peço que leiam o texto abaixo sobre o assunto. Vamos ler, sem a velha preguiça… Leiam AQUI.

Helcio Silva, ex-vereador de São Luis e blogueiro

4 Comments

  1. que luga lindo, amo campo. Raposa é o inicio do campo o final é Perapemdiba.

  2. O Porto da raposa, que um dia foi o centro de escoamento de produção, hoje esquecido como um barco abandonado.
    deixado de lado sua importância histórica para esta cidade.
    que pode ser resgatado com infraestrutura e investimento no potencial turístico.

  3. Que volte comercializar

  4. Que volte comercializar,depende do prefeito,e da cobrança da comunidade

Deixe uma resposta

Campos requeridos estão marcados *.